sábado, 16 de agosto de 2014

Por favor...

Reverta sua mágica, ou pelo menos faça uma pra amadurecer esse pobre infeliz!

A amarração do amor em 3 dias que ela fez deu tão certo que veio com efeitos colaterais, como o fato dela não sair do meu pensamento, me deixar confuso sobre minhas metas ou coisa parecida.

Sim, confesso que uma bruxinha me jogou um feitiço poderoso. Me apaixonei por um lindo sorriso tímido, um gosto musical excelente, o visual alternativo, o beijo, o papo, aquela voz levemente rouca que me faz querer que estivesse falando baixinho aqui no meu ouvido. Sim, me apaixonei e tenho que admitir.

O que será daqui pra frente? Nos veremos de novo? Vou ter a oportunidade de ter aquele beijo de despedida quando te levar pra casa numa noite fria? Posso eu, talvez, ser ao menos uma vez seu porto seguro?

Eu sei que você passou e ainda passa por muitas coisas familiares realmente difíceis de se lidar. Sei que se sente sozinha onde mora agora. Sei que é esperançosa e forte por não desistir e ver o mundo com o mais simples olhar possível. Sei que depositou algumas mínimas esperanças em mim, que me achou bonito, e que gostou de ter me conhecido.

Entro no seu blog todos os dias pra ver se você me dá uma mínima dica de como te conquistar.  Eu fico imaginando se você lê o que eu escrevo. Se você vai passar rapidamente pela minha vida e vai embora, deixando um vazio no meu peito.

Eu fico me perguntando se te aconteceu o mesmo, ou se ainda consigo fazer despertar algo em ti.

Te disse que te queria do meu lado, você não me respondeu...

...pedi desculpas. E você ainda não me respondeu. Acho que fui impulsivo demais, me perdoe de verdade se te deixei em choque. Não consegui controlar, precisava te dizer que o que mais me importa ao voltar pra la é te ver de novo, e quem sabe, te conhecer melhor, te conquistar cada vez mais.

E tudo foi tão rápido. Só é o que vem acontecendo há muito tempo, não posso negar. A idéia de nos vermos de novo para você me parece estranha. Tenho medo de realmente estar apressando muito as coisas de novo.

E garota: eu me importo.

Confesso-te que quando nos vimos eu virei um bobão. Não lembrava de nada que tínhamos conversado, pois não conseguia parar de te olhar e de querer te abraçar. Eu fui tão idiota que ia esquecer de te levar embora...mil perdões! Se é que realmente você um dia vai ler isto.

Se não ler, torço para que você ainda queira. Se ler, fale comigo, me dê uma resposta. E me perdoe ser romântico e meloso nesse mar de letras, não consigo evitar.


Caso não for de seu conhecimento... Já prometi a mim mesmo que vou fazer o que puder para te conquistar, então falarei tudo isso pessoalmente a você antes de levar o fora.

Sua mágica é muito boa...

Me fez querer ser bruxo para te encantar também.

domingo, 3 de agosto de 2014

O caminho do meio

Quais seriam as boas palavras a serem escritas? As verdadeiras ou as exageradas? As impulsivas ou as mensuradas? As calorosas ou as encaixadas?

Nunca me competiu julgar o que escrevo. O que é escrito se mantém em seu lugar, com sua forma intocável. Se um dia houveram motivos para tais palavras estarem ali, por mais equivocadas que estejam em relação ao pensamento atual do autor, estes mesmos motivos não devem ser esquecidos jamais.

A grandeza do homem é posta à prova quando o mesmo se depara com seu passado. Sua caminhada intelectual e moral se dão pela revisão de reflexões e conceitos antigos, que devem ser usados como referência para o aprimoramento pessoal.

Não é de se estranhar que os dias de hoje não se encaixam com antigas conclusões.
O hoje vira ontem, e o amanhã se torna o hoje. A ciência da ação transformadora do tempo faz do ser humano uma constante recriação em torno de si próprio. A ansiedade manifesta-se de forma mais sutil, a carência tende à se esvaecer e se tornar rotineira, o desejo de companhia se alimenta e é suprido pela esperança que o passar dos dias trazem.

No processamento das informações, nosso pensamento prefere trabalhar à curto prazo. Prefere soluções imediatas, cobra do indivíduo sua capacidade de adiantar momentos que só poderão ser concretizados em um intervalo de tempo indeterminado. Não satisfeito, calcula o futuro constantemente usando o passado como variável, e nesse processo, inibe as vontades de mudar o presente e reescrever o porvir.

É necessário que entendam que não é errado se preocupar com seu futuro e passado. Não é inútil a retrospectiva, tampouco a hipótese. Não seríamos animais racionais se ignorássemos nossos anseios e remorsos, mesmo que o que se apresenta seja ideal. Precisamos da incerteza e da subjetividade para não morrermos de tédio. Precisamos de respostas para não ficarmos nas trevas da ignorância.

Com o entendimento e aceitação do curso do tempo me vi mais tranquilo. Apesar de sofrer ataques repentinos de ansiedade e carência, meu eu maior se impôs e colocou panos quentes nessa suposta necessidade de ter alguém para amar. Por mais que um nome sempre me tire o sono, esta voz interna sempre acalma minha mente apaixonada dizendo o que eu preciso ouvir.  Tomo essa outra parte de mim como sendo a racional, que nunca se sobressaía sobre a sentimental e sempre perdia nos embates reflexivos. A aceitação da racionalidade perante o sentimentalismo me fez entender a essência do equilíbrio. Quando se mergem em harmonia, a paz interior surge e se estende conforme a tal sinergia se perpetue.

Consigo ver, finalmente, que minha jornada amorosa foi sofrida por muito tempo pelo desconhecimento desse limiar. Hoje, confesso, não consigo mais praticar o desapego. Me apaixono tão rápido quanto posso, não voluntariamente e sem nenhuma explicação. Consigo ver a beleza essencial em algumas pessoas, por menos tempo que as conheça, e sempre espero a reciprocidade. Às vezes penso que me afobo demais e tento não ser tão imediatista e egoísta. Esqueço sempre que lido com pessoas constantemente, e em minha cabeça cobro delas algo que nem eu mesmo faria na mesma situação. Prezo pela liberdade e o gatilho do meu instinto impulsivo é me apaixonar. A busca pelo equilíbrio é o freio do egoísmo, impulsividade, imediatismo, ciúmes, possessividade.

Apaixonar-se não é prender, mas libertar.

Pensar nela todo dia não é prender-me em hipóteses e remorsos ou conjecturas. Me faz refletir que conheci mais uma pessoa maravilhosa, e que independentemente do que o futuro nos resguardar, essa experiência terá sido boa para sempre.

No fim de tudo, se nada me restar dessa lembrança, posso dizer com sinceridade: seus pensamentos sempre foram uma boa leitura.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Meu caro amigo...

...a madrugada tem sido cruel e fria ultimamente, sabe. 
Pouca coisa a se fazer, muita coisa a se pensar, e o ócio toma conta da minha mente de uma forma um pouco desagradável. Está sendo difícil desocupar a minha cabeça de algumas coisas, e a cada dia que passa eu continuo superlotando minha lista encanatória mental. Por que? Eu nunca fui assim e não tô afim de falhar no teste do desapego mais uma vez. Até agora estou indo muito bem, preciso de resultados satisfatórios pro Lupa do futuro. Ou seria o Traíra do futuro? Os dois são a mesma pessoa, mas com apelidos diferentes. Não posso deixar o velho Lupa chorão e derrotado ressurgir nunca mais, e também não posso deixar que o lado bom e motivado de um fracassado escape para outro lugar que não seja o Traíra. Gosto de ter dois nomes. Para mim eles marcam uma nova fase e uma nova vida, com novos hábitos e em busca da iluminação pessoal e reforma íntima.

É verdade, conheci pessoas novas. E muitas delas me mudaram, de uma forma ou de outra. A maioria me ensinou a como sobreviver nessa selva chamada universidade pública, me apoiou e me deu trote. Algumas não me ensinaram nada, mas me deram trote.

Algumas não me deram trote e nem me ensinaram nada, mas mexeram comigo de uma maneira mais forte ainda. 

Acredite, eu não entendo a lógica também, se entendesse não estaria tendo motivação para escrever isto. Felizmente, a penúltima que mexeu comigo me fez acordar para a vida. Sobre a última, pouco a dizer: uma das primeiras lições da cartilha do desapego é justamente não se apegar. É engraçado, ela também tem um blog, e eu achei esses dias. Nele havia um texto recente que dizia o quanto estava feliz após um dia de acampamento, e que ao olhar o céu e ver estrelas cadentes aos montes fez um pedido. Se eu for a oferenda do pedido só me resta esperar, as respostas virão no curso natural do tempo. 

E como eu gostaria, é aquele tipo de menina que não se acha fácil por aí. E provavelmente, também seja difícil de conquistar.

E essa é a incrível mente de um estudante de férias preocupado com coisas desnecessárias. O tempo é rei, fi.


Um beijo na família, na Cecília e nas crianças,

O Francis aproveita pra também mandar lembranças,
A todo o pessoal,
Adeus

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Pros guerreiros que ainda não acordaram do sonho

Essa postagem não vai ser tão looser assim, porque finalmente parece que o looser caiu na real.

Acredito que as coisas não acontecem sozinhas, e o sucesso pessoal depende do esforço pessoal. Antes me situar da minha situação incômoda do que fingir que o problema é do mundo e você é isento de culpa por todas essas choradeiras que compuseram esse blog dia após dia, ano após ano, sempre com um bode expiatório.

Fazendo uma leitura a frio, percebo que sempre coloco alguém no pedestal e estipulo como sendo minha meta. Não é necessário ser nenhum gênio para saber que quem faz isso é daqueles idiotas que insistem no erro achando que o que acontece na vida real é um filme de comédia romântica.

Perdi senhores, admito. Mas por mais que eu seja um perdedor nato, não pretendo o ser por toda a minha vida, compreende? É hora de mudar, de ser alguém mais do que eu sempre fui. Não fui o suficiente, não sou o suficiente, mas serei muito em breve. 

Sempre tive esse lance ridículo de auto-estima baixa, principalmente quando minhas idealizações infantis eram meras idealizações (duh), e tudo ficava pior ainda quando eu começava a me olhar no espelho.

"Porra, sou magrelo, feio e espinhento." Meu papo é bom, mas se não cola rápido ele tende à ficar meloso e confuso. Eu já tive tanta chance de ser aquele cara, aquele que sempre chega na frente e consegue a mina mais cobiçada, deixando os otários escreverem sobre sentimentos idiotas num blog de choro (veja o nome dele, é auto-explicativo). A minha iniciativa de criá-lo era exatamente essa: chorar pra alguém que não sabe o que se passa, mas que entende o que eu sinto. À partir de agora, verão postagens diferentes das de antes. Não vou mais ficar chorando por ser trocado por um playboy bombadinho de olho claro. Não vou ficar chorando por não ser o suficiente. E muito menos vou culpar o mundo, não, a culpa sempre foi minha.

É difícil olhar pra dentro de si e ver que você tem um potencial, mas que ele é falho em alguma coisa. E sim, tô falando de pegar mulher, porque é a única coisa que eu sempre saí atrás e não entendia como. Tem gente que vai ler a última frase e vai pensar "nossa q maxista n eh ansim mule se conqista o mar ta xei de pexe n somos objeto pa fica pegano blablablablablabla". Porém, escrevo isso pois realmente é a única coisa que eu sempre me puni.

Tenho aquele histórico maneiro de enfiar na cabeça que eu gosto da mina e correr atrás que nem um idiota. Nas duas vezes, quando finalmente tive coragem de chegar nela e parar com indiretas confusas, eu tomei aquilo que todo homem teme: o não.

Mas o que tem com o não? Ninguém é obrigado a ficar com você seu babaca!

Não mesmo. O que deixa a história problemática é como o não é dito, e como a funciona a cabeça dum otário mundial apaixonado.

Deixa eu ilustrar: Fica comigo? Não.

Até aí tudo bem, mesmo que de uma forma resumida.

O problema mora aqui: Fica comigo? Ai não sei, talvez num futuro quem sabe, hoje não. (Aí vem aquela pergunta que NUNCA se faz:) Mas porque, não faço seu tipo ou é alguma outra coisa? (A mina, não sabendo o que dizer pra aliviar o fora diz:) Ah meio que os dois. Mas posso ter esperanças? Talvez, quem sabe um dia, só não quero que você se afaste depois disso.

Ah tá, deixa eu ver se eu entendi: Você dá mole, cria intimidade, me ilude por puro medo de falar a verdade, deixa minha cabeça cheia de merda, e não quer que eu me afaste?

Guerreiros, um dos problemas mora aí! O ego de algumas mulheres são assim, pra se sentirem desejadas elas fazem de tudo!

Confesso que passei da fase chororô abaixo, e nem tô mais tão vidrado naquela mina lá. Ela é só mais uma, não tem nada de mais. Foi só uma idealização idiota da minha parte, pra que eu provasse a mim mesmo que sou capaz de ficar com a mina que eu quero. Sério, todo texto que eu escrevi daqui pra baixo chorando por "amor" não correspondido foi pura carência misturada com baixa auto-estima.

Há boatos que ela até achou ruim quando atestei "É lógico, sou magrelo e feio". Dizem que se sentiu ofendida, e que não ligava pra isso. Que seus namorados todos foram assim. Aham. Se passa um mês, e quem finalmente ela pega? Ele mesmo, o playboy bombado sem espinha na cara de olho claro.

Que fique claro que não estou falando isto pejorativamente. Conheço o cara, e fico feliz pelos dois, sem nenhuma ironia. O malucão é firmeza pra caralho. E talvez o fato de ser playboy não mude em nada mesmo, mas o resto muda! Já tinha parado pra pensar, mas nunca me toquei: do mesmo jeito que eu dou mais moral pra uma gostosa, ela também dá moral pra quem lhe atrai, oras. Não é culpa de ninguém, não tenho raiva nenhuma e tal. O problema foi mais uma vez cair na friendzone por EU não ser bom o suficiente. A culpa não é da mina ué, ela quer o melhor pra ela! Todos os caras que nasceram simples e passam pela friendzone deveriam entender isso. Não chore por essa paixonite idealizada idiota caras, seja melhor! Um dia você vai rir por último.

E esse é o meu dia. Chega de fumar, chega de me alimentar mal. Chega de ser magrelo, (a feiura a gente aprende a lidar hahahaha), chega de ser sentimental, chega de ser iludido. Eu finalmente percebi que VOCÊ tem que mudar para que as coisas mudem. Não existe esse papo de ser quem você é, que pra todo pé descalço há um sapato velho. Você se contenta em ser um pé descalço e ficar com um sapato velho? Eu me contentava, até ficar mal mais uma vez por causa disso! Não vale a pena ficar estático se você não é feliz. 

Ah, legal amigão. Só falta você me dizer que vai entrar na filosofia do no pain no gain agora né?

Sim, vou ser totalmente superficial e cuidar da minha aparência. 

Quando fui pra UNESP conheci vários moralistas, e acho que agora eles me atacariam bastante. Diriam que eu fui incapaz de conquistá-la pois fiz mais coisas erradas do que ser magrelo e feio. Sim! É verdade. Entretanto, isso é mais fácil de mudar a cada tropeço. Um bom caçador falha e aprende com seus erros.
E eu, como um caçador mediano que quer se aprimorar, aprendi com este último.

Não foi nem de longe o pior, mas foi o que me acordou! Foi neste erro que percebi o quanto sou falho sem precisar ser! O que ameniza essa culpa, é que mesmo assim tem quem goste. O mar não está vazio, aliás, tem mais peixes do que eu esperava. De fato, outra coisa que melhorei foi meu senso de realidade: essa mina é só mais uma, não é tudo isso e nunca foi. Minha idealização me cegou, me fazia achar que aquele talvez não (que na verdade era um não com dó) era um talvez não de todas as minas do mundo. Não é! 

Ora, caro leitor tire a viseira. Esqueça essa que você chama de "amor platônico". Ela só quer a sua amizade, nada mais. E você não é obrigado a ver ela ficando com os outros bombadinhos por aí, assim como não é obrigado a ser um bombadinho pra conquistar uma mulher. Admito, é só um jeito mais fácil e que vai me fazer bem. Não vou ser hipócrita e dizer que vai melhorar a minha saúde, porque eu nunca liguei muito pra isso. Meu ego ferido e minha frustração pessoal foram os fatores que me empurraram para querer ter uma vida nova.

Como eu disse, quem ri por último ri melhor. Com isso, não quero dizer que vou ficar gostoso e essa mina ou qualquer outra vão morrer de amores e se arrepender do fora. Como diria um parceiro: o não de hoje é o sim de amanhã! Mas até o amanhã eu vou facilitar esse "sim". Quem sabe, um dia, ter esse mesmo gosto de rejeitá-las (ou iludí-las) ? Bom pro ego, mas uma atitude deprimente. E sinceramente? Eu amaria massagear meu ego desta forma, nem que seja uma só vez, só pra ir dormir feliz de saber que além de conseguir, eu devolvi na mesma moeda. Me sentir suficiente e capaz com as mulheres, pelo menos uma vez na minha vida, deve valer muito a pena.

É claro: isso muito provavelmente não vai acontecer. A minha conjectura de partida é que melhorando o jogo da fitagem e a minha aparência eu tenha mais chances. Esse mar de letras não é sobre a mina x ou mina y, é só um daqueles em que penso sobre mim de uma forma diferente, talvez a única que seja esperançosa e otimista. Sou muito mais eu do que ficar bajulando menininha e idealizando amor de novela das oito. Se for pra bajular, que me traga resultados.

O projeto verão está aí, ano que vem tem as bixetes e esse ano tem as veteranas. Vamos pescando, praticando, ficando melhor. Vamos diminuindo as chances de ser colocado de lado ou rejeitado. Não quero ser amiguinho, eu quero ser aquele que faz o amiguinho chorar. Friendzone só existe porque o friendzonado deixa. A faca e o queijo estão na mão!

Depois de me aprimorar, é só questão de tempo. Não é difícil achar alguém melhor que qualquer mina por quem eu chorei (com apenas uma exceção, quem me conhece sabe quem é). Que fique claro que não tenho raiva de nenhuma delas.

Só seria engraçado pra caralho elas verem a chance que perderam.


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Um monte de merda sobre a volks nos anos 70

Olha quem vem lá: o perdedor número um da molecada! Sim, ele mesmo que ainda consegue tentar ser feliz sabendo que tudo o que ele fez foi em vão. E porque seria diferente? Peguei esse azar do meu pai, talvez. Pelo menos ele sempre me dizia isso!

 Não estou aqui pra ficar chorando as pitangas, como sempre faço, mas no fim o que vai me tirar dessa bad é escrever, e eu sempre deixo escapar alguma merda sempre. Na verdade, só escrevo pra não ficar chateado com os tapas na cara que a vida dá, e mesmo não querendo compartilhar isso com ninguém, sempre acabo compartilhando. Se alguém ainda lê, que sejam livros, porque postagem minha só é bonita quando eu tenho bad trip pesada.

A grande sacada é se convencer que seu problema não é tão grande quanto você idealiza, e a partir daí você começa a se cobrar menos. Mudei de ares, de vida, de opinião, de cidade, e com isso conheci gente nova. Na verdade, ficar escrevendo num blog adolescente cheio de drama é meio duvidoso, mas não tenho culpa de gostar de escrever como eu me sinto. É foda ficar sempre de saco cheio por ser incompetente de não poder estar com quem você curte e ansioso por idealizar um futuro, inexistente como qualquer outro, no qual você faria muito para que existisse. É idiotice se deixar levar pelo encanto de um sorriso, e mais ainda fazer dele uma de suas metas.

 E é óbvio que existe idiota pra tudo nessa vida!

Ficar triste por isso é tão imbecil, que riem de mim por isso, e eu rio junto em alguns momentos de lucidez repentina que eu gosto de chamar de bons momentos.

É claro também, que imagino muita merda. Não tem como não imaginar, pois as circunstâncias não ajudam. Quem me conhece fisicamente sabe do que estou falando, mas espero que não achem que eu me preocupo com isso no momento. É que aquele papo de ter coisas à oferecer é relativo. Tudo é, quando se trata de seres humanos. Não dá pra ficar dando muito detalhe, apesar de que algumas pessoas que lerem possam entender: quero mais é que se foda. A maioria delas, inclusive a que eu agradeceria se saísse da minha cabeça, me falavam pra desencanar, focar em outra, deixar o tempo passar e etc. Como sou teimoso, fiz o que não deveria nunca ter feito e agora me vejo refém desse mar de sentimentalismo barato mais uma vez.

Mas também, Vinicius já dizia: "Eu francamente já não quero nem saber de quem não vai porque tem medo de sofrer".
Não tem nada perdido nem nada ganho. Não tem nada, e nunca teve.

 Talvez na minha cabeça isso seja verdade, talvez pudesse houver se eu não ligasse a mínima. Infelizmente não foi assim, e esse texto prova isso, mesmo que de uma maneira equivocada. Não é drama nenhum, só minha maneira de ser honesto comigo mesmo.

De qualquer forma, estava com saudades de escrever. A parte boa de ficar nessa bad é saber que você não é de pedra. Talvez eu seja exagerado demais e tenha falado um monte de groselha, mas a mudança de ambiente trabalha em conjunto com estes tapas na cara pra te ensinar a viver e a encarar essa falta de amor próprio com outros olhos. Escrever me faz pensar, e pensar me faz parar de ser um babaca chorão e sentimental, por alguns instantes.

Sei que não sou nenhum príncipe, mas que também não sou um completo bostão: se me deixei ser idiota e a vida devolveu na voadora, tenho que ficar feliz por ter reconhecido que fui otário mais uma vez e perceber que tenho que parar de sonhar e alimentar esperanças de coisas que não existem. Ainda que eu leve o que me foi dito em consideração e mantenha as esperanças: onde isso vai me levar?

À mais um mar de letras e lamentos enjoativos e exagerados?

Não. Eu prefiro não arriscar mais.

...mas gostaria de conseguir aquele sorriso!



Essas duas últimas linhas ilustram como funciona a minha cabeça de prego: eu sabia que não seria o primeiro, nem o único. E sabia também que existia a imensa e esmagadora possibilidade de nem ser um deles. O problema, mais uma vez, foi dar um espaço desnecessário pra isso, e deixar tomar uma proporção tão grande quanto de fato tomou.

 E agora? Continuar levando isso comigo até passar, me estabelecer a nova meta de não pensar mais nisso depois que publicar, e praticar o exercício do desapego com toda menina que me encantar como ela me encantou.



segunda-feira, 20 de maio de 2013

Ah meu Brasil...

Olá, meu nome é Luís Paulo e moro no Brasil.

Aqui, nós temos uma constituição federal em vigor que estabelece todos os nossos deveres, direitos e garantias fundamentais, entre eles, o de igualdade entre todos os cidadãos independente de religião, sexo ou raça. Esta mesma constituição garante que é dever do Estado prover educação à todos os brasileiros.

Ainda assim, perdi minha vaga em uma universidade federal.

Mas por quê?

É simples. Perdi minha vaga por estes motivos:

- O candidato tinha mais melanina que eu.
- O candidato tinha menos dinheiro que eu.
- O candidato estudou em uma escola pública, e eu não.

Seria cômico se não fosse trágico. No meu país existe uma lei que atesta a própria incompetência, quando reconhece que seu sistema de educação pública é totalmente falho. No meu país existe uma etnia que tem privilégios sobre as outras por ter sido escravizada há muitos anos por meus antepassados, e que praticamente (quando apoiam e se utilizam das cotas raciais) se atestam menos capazes que qualquer outro. Meu esforço hoje para conseguir estudar em uma universidade federal deverá ser muito maior do que antes era. E o esforço deles será muito menor.

Mas por quê? É simples:

- Nasci em uma família de classe média, mas de origem pobre. Meus pais saíram da pobreza e batalharam sozinhos para construir uma família e um patrimônio. Ambos professores, sempre trabalharam e lutaram para me dar uma educação de qualidade (que não era possível encontrar em nenhuma escola pública de minha cidade), uma boa saúde, uma cama, e um teto. Como sempre tive tudo isso, fui chamado de playboy pelos defensores da tal lei das cotas (como se eu tivesse alguma culpa). Mesmo pagando impostos e liberando vagas em escolas públicas para os menos favorecidos, tenho que estudar muito mais do que um cara que nunca teve isso. Se eu fosse um derrotista, desejaria que meus pais fossem negros e nunca tivessem conseguido melhorar de vida.

- Meu governo provê uma péssima educação ao seu povo, e como "justiça social" prefere dar vagas aos menos favorecidos socialmente do que aumentar a qualidade de sua educação. E eu compreendo o porquê: pessoas com pouca instrução votam em troca de cestas básiscas, dinheiro, camisetas. É mais fácil dar o peixe e ganhar votos do que ensinar a pescar e perder a oportunidade de desviar milhões dos cofres públicos para uma conta particular no paraíso fiscal suíço. É muito mais fácil para o governo remediar do que prevenir.

- Além de rotular os afro-descendentes como menos capazes e atestar que seu sistema de ensino é precário, o estado generaliza o negro como pobre e o branco como rico. Negros ricos e brancos pobres não existem no maravilhoso mundo super humanitário das cotas raciais. E isso se compensa com as cotas sociais, que mais segregam do que beneficiam. Um estudante com menos base para ingressar em uma universidade muito provavelmente perderá interesse no curso, ou sofrerá muito com a falta de conhecimento que se acarretou em um péssimo ensino médio provido pelo Estado. Se o estudante vier a abandonar o curso, uma vaga de alguém que muito provavelmente teria bagagem o suficiente para começar um curso superior em uma universidade federal é jogada no lixo. As universidades federais tendem à regressão na qualidade de ensino. Resumindo em uma analogia, não é possível fazer um edifício que possa se sustentar sozinho sem uma base que aguente todo o seu peso.

- A escola não faz o aluno, o aluno é quem faz a escola. Há muitos casos de estudantes de escolas particulares brancos e/ou ricas desinteressados em aprender, assim como há muitos estudantes da rede pública e/ou negros que querem aprender. A meritocracia não existe no sistema de cotas raciais, assim como a "justiça social e histórica" da qual estamos tão acostumados a ouvir.

- Já fui chamado de elitista, mauricinho, playboy, riquinho (mesmo sendo de classe média baixa e alguns desses que assim me chamarem terem melhores condições financeiras do que eu), e ouvi falarem que sou racista. Pelo contrário, creio que o ser humano não se mede por crenças, etnias, gêneros, classes sociais ou orientações sexuais, mas sim pelo interesse, intelecto, caráter, competência, responsabilidade. A justiça social verdadeira é aquela em que o Estado proveria educação, saúde, saneamento básico, empregos, e oportunidades. O que vemos hoje é um Estado hipócrita, que dá tantas "oportunidades" aos desfavorecidos e provê péssimas condições básicas para que estas pessoas possam ascender socialmente.

- Já ouvi falarem que quero legislar em causa própria, que se fosse beneficiado não estaria reclamando. Felizmente existem negros, pobres, e estudantes de escolas públicas que pensam da mesma maneira que eu. É uma questão ideológica, e não elitista. Não devo nada à nenhum afro-descendente pelo que meus tataravós fizeram aos tataravós deles. Essa lógica seria a mesma usada para dizer que os descendentes de Hitler hoje devem pagar aos judeus todo o mal que seu antepassado causou, sendo julgados da mesma forma. Eram outras épocas, outros pensamentos. Eu nasci em um tempo em que o racismo é considerado a imbecilidade que realmente é. Nunca senti orgulho por ter nascido branco. Isso é ridículo. Assim como acho ridículo um asiático ter orgulho de ser asiático, um negro ter orgulho de ser negro. As pessoas não se medem pela sua aparência ou pelo quanto de melanina possuem na pele..

Para concluir, só posso dizer que estudarei mais e que espero que um dia tudo isso mude. Quero ver negros, brancos, índios, aborígenes, ou qualquer outra etnia existente no mundo se tratando como semelhantes. Quero que tenham a mesma educação de qualidade que eu tive, o mesmo carinho familiar, as mesmas condições de saúde. Me sinto inferiorizado e injustiçado por incompetência de um governo omisso que trata os brasileiros necessitados como máquinas de fácil manipulação e não os ajudam DE VERDADE.

Não sou rico, não sou mauricinho, não sou playboy.

E também não sou hipócrita.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Romeu e Julieta, eu e você

Geralmente escrevo neste blog quando estou me sentindo um perdedor, e quando estou triste. E é por isso que vocês estão lendo isso. Estes dramas dos posts abaixo já passaram há quase um ano, e este post é para a menina que realmente me trouxe de volta à luz depois de uma época de trevas. É a menina que eu sempre criticava e brincava, desde que a conheci na 3ª série em um casamento onde tocaríamos flauta doce. Nos odiávamos, mas o sentimento de amizade foi crescendo, e no fim do ano passado, a forte amizade evoluiu pra algo que eu nunca imaginaria evoluir: ela se tornou especial em minha vida, tão especial que nem ela acredita quando falo que a amo! Esse anjo maravilhoso, que veio e está até hoje tentando me resgatar dos meus podres, que nunca me deixa de lado quando eu preciso e está sempre preocupada com meu bem-estar.

5 meses de amor, carinho, amizade, brigas, choros e tristezas. Mas continuamos firmes e superamos as diferenças. Até um fatídico dia em que esta pessoa que vos escreve estava uma pilha de nervos, e ao ler uma besteira falada pelo anjo, desmorona em cólera e profere palavras inimagináveis de alguem que ama outro alguém. Palavras nas quais até mesmo eu não consigo me perdoar em dizer, palavras nas quais trouxeram as consequências do que vivo hoje. Hoje recebi a notícia que o pai dela proibiu nosso namoro e me odeia, assim como a família dela, por conta da minha cólera e de um insulto infundado que deixei escapar para extravazar minha raiva nela. Ele disse que não sabe o que faria se me encontrasse na rua, entre outras coisas que não consegui entender pelo fato do anjo estar chorando no telefone, de tanta tristeza e amargura, achando que tudo acabou.

Não meu anjo, não acabou. Eu ainda te amo, e muito! É preciso mais do que isso para me fazer desistir de você. Eu vou lutar por você, vou contra tudo e contra todos. Sua família pode me odiar agora, pode me achar um monstro, mas eu me arrependo, e você sabe que eu me arrependo, de tudo o que eu falei, e não consigo me perdoar até hoje por tudo o que disse. Você nunca foi, não é, e nunca será uma vadia. Você não é um peso em minha vida, não é idiota, não é trouxa e eu te amo. Não importa o que sua família fale, não importa nada. Você e eu ainda nos amamos e é assim que vamos continuar. Neste dia 17 faremos 6 meses! Vou te dar o presente que te prometi. Contra tudo e contra todos.

Eu nunca te fiz nada parecido. Eu nunca te falei nada tão extenso. Mas é a hora. Eu não vou desistir de você, saiba disso.

E mais uma coisa:
Eu te amo, anjinho.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Vai, minha tristeza, e diz a ela que sem ela não pode ser

Meses sem nos falar. E a dúvida de que algumas trocas de olhares possam matar essa saudade. Matam, mas não toda...

A mais linda de todas as que eu já vi. A que sempre vai estar em minha memória. Me afastei por ser ignorado, e hoje te ignoro.

Fui mal educado. Não escondo que me senti mal e chorei por isso: O remorso me consumiu. Mas isso vale de algo? Depois dos erros feitos, lágrimas são a consequência.

Sentimentos aleatórios não resultam em nada. O que é aleatório para mim não foi aleatório para você. Mas a saudade não é aleatória. Eu a sinto frequentemente.

Tenho medo, sim, de pedir desculpas e ser ignorado. Tenho medo de pedir desculpas e tudo continuar como sempre foi. Me afastei para não sofrer mais, mas descobri que sem o seu sorriso tudo fica pior. Sem as suas palavras e a sua voz doce e delicada, tudo fica sem jeito.

Tudo fica cinza.

Músicas não me fazem melhorar, muito menos outras coisas. Desandei por conta de algo que quis matar, um monstro dentro de mim. Um monstro no qual eu nunca quis matar, e continuo não querendo. Insisto em alimentá-lo, pois mesmo não sendo correspondido, eu amo te amar. É uma coisa boa!

Ficar feliz apenas por uma lembrança ou um sorriso, é bom. Já comprovei isto. A tristeza pra mim, é compensada.

Tudo o que foi falado e insinuado foi da boca pra fora... mas isso já não adianta mais. E você sabe que não. A verdade é que sinto sua falta, não imagino se na mesma proporção da qual você sente a minha: é provável que não. Este afastamento vai doer mais do que tudo o que já dói. A perda de uma amizade e a falta de palavras que me faziam ganhar o dia, me fez perdê-los. É, eu ainda te amo.

Já disse que não é ruim. E repito dizendo que quero lembrar disso pra sempre, e quem sabe, quando estivermos maiores, eu te encontre.

Talvez para conversarmos e rirmos. Talvez para trocarmos simples palavras. Talvez para nem conversarmos. Talvez para nem lembrar quem eu sou, ou fui.

Só preciso te encontrar... um dia.

E é você quem fez os meus dias brilharem, como nunca antes na minha vida. Mesmo não sendo correspondido.

Desculpe por tudo.

E é só.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Aprenda a ser um escritor que tem fãs escrotos em 1 simples passo!

 PASSO 1 - Escreva algo poético e coloque seu pseudônimo na frente. Em pouco tempo, não lembrarão mais de Caio Fernando Abreu e nem de Clarice Lispector, mas sim de você!

(Lembrando que vale escrever algo poético e colocar o nome de CFA ou de Clarice na frente. Gera muito mais likes no facebook.)

VEJA AGORA, ALGUNS EXEMPLOS FEITOS POR MIM E PELO WILL. ESQUEÇAM NOSSOS PSEUDÔNIMOS E COLOQUEM Caio Fernando Abreu OU Clarice Lispector NA FRENTE. PROBLEM?


Assim como navego no mar, navego aqui... contra as correntes marítimas, contra as correntes da sociedade que nos prendem. Na internet ou em qualquer outro lugar, porque sou cult em qualquer outro lugar. - Willian Wonka Fernando Abreu


O chão que está sob meus pés não é nada comparada à dureza do coração dos insensatos, que pensam que o amor é fadado ao esquecimento e à desilusão. Erguei-vos, ó homens de bem! Fazei de nossos filhos, amantes dos amores! - Louis Paulet

O sol, aquele que não se tampa com a peneira, e que pode bater na sua janela, se precisar de luz. As estrelas, que são como guizos, que me lembram seus sorrisos. Não rimo, só lambo limo. Brincadeiras a parte, senso de humor aguçado guardado pra si novamente. O que eu queria ao final da vida: Uma cadeira de balanço, uns discos, um copo de café bem forte, e um amor, para recordar. - Willian Wonka


E o que pensar das gerações futuras? Não mais verão os cervos saltitarem ao léu, nos campos primaveris de Chambois. Não condene o descaso dos homens para com sua terra, pois a mente insana, meu amigo, também é ineputável" - Louis Paulet

E aqui estou eu, mais um dia, de frente para um quadro, mutável, mas meu: O espelho. Espelhar-se, para se ver, sentir como é. E para tomar como exemplo. O amor dela, que queima até minha alma, assim como o cigarro que queima até o filtro.  Vivo e escrevo na era do café, sou da era contemporânea, entendam como queiram, contanto que seja da maneira correta... a minha. Não nasci para ser compreendido, só para ser eu mesmo e nada além. Sou da era dos algodões também, contemporâneo... oh, os algodões... que vejo no céu e imagino a sua face. Teus olhos de Tandera, que me fazem enxergar a tua alma, mesmo diante de tanta nebulosidade e tantas outras coisas. Se for pra morrer, que seja por ela, se for pra viver... que seja com ela. Aliás, "Ela" é sinônimo de estar vivo e ao mesmo tempo morto. Pela razão, pelo desprezo, pelo acaso e pelo descaso. E eu trocaria a eternidade por um sorriso dela, afinal, do que me serviria a eternidade se posso ter seu sorriso e teus olhos frente aos meus? E assim eu vou vivendo... ou melhor dizendo: morrendo. Por não te ter mais aqui... comigo. - Willian Wonka

E foi em agosto que vi aquela face que estaria, dentro de pouco tempo, em meus sonhos. E foi em meu sonhos que vi a vida perfeita, ao lado daquela mulher fascinante e de sua mente curiosa. E de sua face. Sua face, linda como nenhuma outra face antes vista por mim" - Louis Paulet

A face que parecia um livro, e curti, por muito tempo. - Willian Wonka

Quando o amor se torna a razão da qual todas as suas esperanças falham, é um amor injusto. Um amor unilateral, que faz a mente do homem apaixonado dar piruetas, e seus olhos, derramarem lágrimas de tristeza" - Louis Paulet


A dor da alma, a dor do coração... responsável pelo mal do século. Olha-la e não tocá-la é como ir a lua e não sentir a falta da gravidade. Como chorar e não derramar lágrimas. Queria viver a eternidade ao lado de minha amada, tempo o bastante para esquecer que estou vivo a tanto tempo. Um gole de café, smoke, um morango, solitário... tempo o bastante para mofar. Assim como meu coração, que as esperanças mofam, de tanto esperá-la. Meu fusca, meu Tumblr, meu Starbucks, minha menina. Minha? Eu queria que fosse. Desde que sou criança vejo o mundo em preto e branco, talvez porque eu seja daltônico... ou talvez tenha nascido para ser infeliz, não vejo as cores da vida. Coração, depois de partido, renasce das cinzas como uma Fênix, mas é claro, vira uma diamante, protegido contra qualquer um que tente quebrá-lo. E quando eu partir, lembre-se... quando estiver sozinha, e sentir aquela brisa passar, sentir paz no seu coração... sou eu. E meu Deus, por favor, só lhe peço o seguinte... um café e um amor, DOCES, por favor. - Willian Wonka

Aquela moça... a que nunca pensei que sonharia em ter um dia. A que nunca pensei em amar, mas a que até hoje, mais amei." - Louis Paulet

E ela... que aprontou altas aventuras eletrizantes na minha vida. E saiu, like a ninja. Aquela que deveras amei, em primaveras, eram elas, as flores que se parecem tanto com ela, mas que não são iguais. És para mim unica no mundo, e sou pra ela, único no mundo. Ela me cativou e foi embora, e antes que ela fechasse a porta de seu opala e colocasse o pé na tábua, eu disse: "tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas". E ela se foi, sem dizer nada, sem sentir nada, sem deixar nada, além do vazio da minha alma, que irá perdurar pelo resto da minha vida, e pelo resto das outras vidas posteriores a esta. - Willian Wonka


Arrogante? Rica? Intocável? Pura? Ela nunca foi assim. Só foi sempre... simples e bela" - Louis Paulet

Aquela que sempre me rejeitou, por eu ser certinho demais, bonzinho demais, romântico demais, louco demais, de amor, é claro. Reclamou também do poço, que tinha em sua casa, mas a água era muito limpa. E morreu seca e sem amor. E eu, morri por amor. - Willian Wonka


Amantes, continuem no caminho em que estão. Corredores, até que a corrida acabe. Soldados, vocês tem que ser fortes. As vezes até o certo é errado" - Louis Paulet

domingo, 14 de agosto de 2011

420 e que se foda trágico meu querido

Amiga é amiga. Este é o universo feminino... cheio de reviravoltas estranhas, trizonhas... estranhamente míticas. 
Do mesmo limbo que os pokémons infernais... DIRE-TA-MENTE da baixada... as amiguinhas e suas amizades enfadonhinhas. 


Porra mano, eu acho que se a tua amiga não quer ficar com um cara, tu não tem que ficar xingando-a de tudo quanto é nome e sei lá, falando que o cara é o homem da vida dela, o pica das galáxia, o pauzudo mór, like a motumbo... se é tu que quer dar pra ele, vá lá e faça. Como diria vovó: "Quem quer faz, quem não quer, manda." Tipo isso. Eu acho que se tu é amigo da pessoa, vai querer o melhor pra ela, dentro do que ela queira. Não precisa ficar forçando a porra da barra caralho, vai pra puta que pariu filha da puta vai se fuder porra sem virgula e sem ponto porque eu não preciso separar porra nenhuma porque afinal é tudo bosta do mesmo intestino, farinha do mesmo saco, etc. Ok.

"Ah, mas você nem me conhece pra poder falar essas merdas." Pior ainda, eu nem precisei conhecer pra ter essas impressões. Não to jogando argumento pra ser rebatido, vou falar e fim, não vai ter tréplica, réplica, sei lá o que fuck.
Trágico.
Falharam na missão.
By Will e Lupa