sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Sorrisos

Só hoje percebi o impacto que um sorriso tem sobre uma alma sensível
Tão lindo, espontâneo
Tão confiante, confidente, cheio de beleza
Será que posso sonhar com um sorriso sem cair na velha armadilha das paixões?
Será que devo me deixar levar por esse sentimento tão puro que surge de uma simples expressão facial?
Isso já me rendeu tantos problemas...
O que me resta, como sempre, é sonhar
Sonhos felizes e realizadores, que se passadas para a realidade não se encaixam
Pelo simples fato de serem irreais e praticamente intangíveis
Talvez minha carência seja apenas um escape
Talvez eu realmente precise deste sorriso encantador
Talvez eu deva deixar pra lá e esperar a ilusão passar
Para que não caia novamente nas entranhas frias daqueles amores irreais
E me torture com uma flor
Como tenho feito por todo esse tempo
Por toda a minha vida
A cada sorriso encantador que cruza meu caminho
Fantasias correm como um filme inacabado
Que sei que nunca terá um fim ou um começo
Um beijo ou um abraço
Apenas aquela doce amarga memória de um sorriso tão lindo
Que me prenderia por toda a eternidade
Do que achamos que é tangível
Do que sabemos que é inacessível
Aquela velha felicidade que não se apresenta mas que necessito
O velho sabor de um beijo terno e com carinho
A velha história inacabada que nem começou
A grande volta que se recicla
Que se faz da vida no seu constante movimento

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Aquela velha história

De se sentir livre, completo, realizado, e sozinho. De não saber procurar o que se quer, de jogar tudo nas mãos daquele destino que nunca acreditei que tivesse algum protagonismo na maneira que as coisas acontecem e eu lido com elas. Dias e meses se passarão e eu acho que nunca mudarei, nunca saberei o que realmente preciso ou quero. Sempre me agarrarei à primeira coisa que me parecer confortável à curto prazo e serei leal a um objetivo qualquer que não faz o mínimo sentido. Imaginarei finais felizes, sorrisos e realizações. Sonharei com o que sempre quis e nunca corri atrás para que fosse realizado, ao contrário de tudo na minha vida. Faculdade, amigos, trabalho, tudo foi conquistado por mim. Mas aquele sonho de infância de achar a pessoa certa não se concretiza por meus esforços. Nunca foi assim, nunca corri atrás disso, foi sempre ao contrário. Eu apenas aceitava o que o destino me apresentava e aprendia a ser feliz da minha maneira. Será que agora é a hora de encarar a realidade e deixar minha timidez de lado? Talvez seja, mas ainda é uma reflexão difícil a se fazer. A pessoa certa, aquela que me completaria, não chegou ainda e não chegará se eu não me mexer e fazer acontecer. Sinto que Deus, o destino, ou o que quer que seja que tenha me provido algum companheirismo ou experiências amorosas não está comigo desta vez. O caminho me foi mostrado mais de uma vez, com mais clareza do que aquele gordo e velho sol. Sinto que o recado foi dado mais uma vez por aquele que me vigia sempre e quer o meu bem, não importa de qual maneira. A vida está me ensinando a lutar pelo que quero, ter força para perseguir o que desejo e não esmorecer jamais. Ser meu próprio caminho, destino, porto seguro. Me sinto tranquilo, me sinto bem, me sinto tão leve como nunca em frente ao meu próprio jeito de levar as coisas. Já não tenho mais ninguém na cabeça, estou focado no meu trabalho como nunca. Tenho algo a conquistar e isso me foi mostrado claramente pelo Grande Arquiteto. Preciso seguir em frente de qualquer maneira e ser forte o suficiente para encarar a minha solidão de frente, sem dependências e sem apegos. Sem nenhum empecilho, arrependimento ou covardia. Deixar tudo para trás e ser tudo o que preciso para achar aquela garota que vai me fazer feliz. Fazer a minha parte, trabalhar, ser honesto. Ser romântico, sentimental, dizer o que quero dizer sem medo de abrir meu coração para o que possa vir pela frente. Permitir essa cabeça pensante pensar em seu próprio futuro e bem estar. Valorizar minha família e amigos, ser gentil, ser alguém que valha a pena estar ao lado. Sei que posso, sei que mereço e sei que conseguirei. Eu sou mais forte do que pensei, e já tinha percebido há um tempo. Minha auto-estima está melhor a cada dia, e eu sei que pode melhorar muito ainda. Deus me ajude, ou qualquer força que esteja me guiando agora.

Tudo pode ser exatamente como sempre quis.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Caminhos diferentes

Nós tivemos uma história e um sentimento, tivemos chances de recomeçar juntos ou separados. Vivemos como pudemos, erramos como tínhamos que errar e acertamos alguns mínimos detalhes. Agora a felicidade bate em sua porta e eu me sinto realizado. Seja feliz meu anjo, nada mais importa pra mim do que seu sorriso depois de tantas lágrimas causadas por mim. Estarei bem e ao seu lado, sempre. Não há o que temer, você está no caminho certo. Não se preocupe comigo, eu sei pra onde estou indo. Já era algo previsto, e eu só quero que tenhamos uma estrada tranquila de boas recordações e novas experiências.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Endereços errados

Fico aqui pensando em tantos versos que já escrevi endereçados a alguém que foram desejados por outra pessoa. Alguns endereçados para outra pessoa e mal interpretados por alguém. A maioria sem destinatário consciente, e os melhores no coração de quem sabe e recebe todos os dias. Percebi há um tempo que ainda tem gente que passou alguma história breve comigo que ainda acha que são meus versos. Tentavam até há pouco respondê-los sutilmente da mesma forma em que eu mesmo provocava. E suas respostas eram aquelas de pedir perdão e ainda assim se confortar de algum mal que sente que fez mas que é inexistente. Me pergunto se isso é aquele velho jogo de ego feminino no qual eu já havia formulado algumas teses de boteco, se é solidão ou indiferença, insegurança ou auto-afirmação. De qualquer forma não cabe mais a mim massagear o ego de alguém do passado, e isso foi uma decisão tomada há muito tempo. O que se revela é que esses egos inflados pela minha momentânea paixão e devoção não morreram junto com este carinho exacerbado e finito. Continuavam a querer minha devoção para não se sentirem famintos de atenção. Uma pena. Nem tudo segue o mesmo ritmo. Parece que não perceberam que já passei por cima disso e estou feliz com o único relacionamento de real amor que tento resgatar hoje e que me faz bem. Para não dizer que minto, já percebi que as respostas implícitas e provocativas já cessaram. Agradeço, pois não sirvo para ser idólatra de paixonites jovens. Nunca servi. Pelos bons lados da coisa, estou imune agora a qualquer má interpretação de qualquer texto meu. Os inseguros seguem suas vidas se agarrando em seus dogmas maniqueístas e eu sigo em frente levando minha vida com precisão de resultados. Vai entender. Sejam felizes! Eu não importava tanto antes, e agora muito menos.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

I Stay Away


Yeah, hey yeah
I want to travel south this year
Won't prevent safe passage here

Why you act crazy
Not an act maybe
So close a lady
Shifty eyes shade

Yeah, hey yeah
Tears that soak a callous heart

Why you act frightened
I am enlightened
Your weakness builds me
So someday you'll see

I stay away!

Why you act crazy
Not an act maybe
So close a lady
Shifty eyes shade

I stay away!


-

Who cares? Everything passes through that wavy cloud of despair. I'm now enlightened, won't prevent safe passage here. Best I could do is stay away. Regards from the new life!

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Eu sou meu próprio caminho

Eu sou aquele que traiu o que disse e ressucitou as letras soltas na minha cabeça
Sou aquele que conseguiu tomar rumo na vida e parar de lamentar por tão pouco
Aquele que enxergou que a vida é muito mais do que parece ser
Que sabe que a felicidade plena não é deste mundo
Sabe também que não existe barreira intransponível
Também que sua capacidade de atrair olhares é única
Que seu amor pode se transformar rapidamente em uma bolha de nada
Seu destino apenas em suas mãos
Destino esse que tracei sozinho e confiante
Esse mesmo andar da carruagem que planejei por tanto tempo
Mesmo quando tudo parecia perdido, inalcançável
Quando não era confortável expor-se tanto assim
Não sendo nada mais do que um garoto revoltado contra tudo e todos
Sendo assim declaro a ressurreição da casa dos perdedores
Assim faço daqui meu lar novamente
Faço tudo o que quero fazer, e mais ainda
Tudo o que sempre quis era alguém pra se amar
O que parecia ainda há pouco inalcançável e utópico
Que mesmo não se concretizando se faz presente em uma esperança qualquer
Mesmo tudo sendo tão rotineiro e corriqueiro
Tudo faz com que eu possa ver a beleza das coisas
Faz tempo que não escrevo
Tempo realmente foi o problema por tanto tempo
Realmente estou no caminho que sempre quis seguir
Estou sentindo-me feliz, completo e realizado
Sentindo-me amado sem alguém para fazê-lo
Amado por qualquer um, a qualquer momento
Por pessoas que são falhas e animais, assim como eu
Pessoas que me querem bem e reconhecem meu potencial
Que sentem saudades de mim
Sentem que eu fui algo além de um viajante de passagem por sua vida
Que cada frase escrita começa com a segunda palavra da anterior
Tantas já foram escritas com suas belezas particulares
Já escritas antes em um sopro de vida, com o esmero de um pobre coração agora acalentado por si mesmo
Com a estética impecável e essência inabalável
A coisa mais prazerosa de se fazer em uma madrugada de reflexões

Veio então a quebra da estética fria como um raio de felicidade que quebrou minhas correntes enferrujadas

sexta-feira, 10 de julho de 2015

O alegre fim

Eu anuncio a lenta morte dessa casa que foi meu conforto por tanto tempo, não existirão mais lamentos na minha vida que alguém possa ler. Eles serão afogados nas minhas buenas vibras. Até algum dia, amigos. Escrever pra este blog só me faz lamentar e regredir. Desculpe, eu descobri que sou feliz sem ele!

Muita paz!


Quero te mostrar um mundo novo de cores
Vivas

Quando se acredita a gente pode ter tudo
Livre

Carregue sua fé no sol que está em seu peito
Força

Libere esse sorriso e vá dançar do seu jeito
Porque

Se a lua vai brilhar
E o vento vai soprar
E a chuva vai chover
Quem vai amar você?

Não vá se preocupar
Deixe o destino agir
E o corpo vai sentir
Cometas e estrelas descendo aqui

Dentro da música (3x)

Enfrento qualquer parada com você
Nós em busca do caminho do amor
Sei que todo mundo um dia vai sofrer
E nosso coração também vai sentir dor

Mas no final, tudo, tudo, vai resolver
Como o sol se põe e a lua nasce
E a noite vai brilhar sua luz
Por todo lugar, e nos sonhos da gente

Então vamos sorrir e celebrar
Tudo que há de bom
Eu vou estar com você, por todo lugar
E nos sonhos da gente

Então vamos sorrir e celebrar
Tudo que há de bom
Eu vou estar com você, por todo lugar
E nos sonhos da gente

Enfrento qualquer parada com você
Nós em busca do caminho do amor
Sei que todo mundo um dia vai sofrer
E nosso coração também vai sentir dor

Mas no final, tudo, tudo, vai resolver
Como o sol se põe e a lua nasce
E a noite vai brilhar sua luz
Por todo lugar, e nos sonhos da gente

Então vamos sorrir e celebrar
Tudo que há de bom
Eu vou estar com você, por todo lugar
E nos sonhos da gente

Então vamos sorrir e celebrar
Tudo que há de bom
Eu vou estar com você, por todo lugar
E nos sonhos da gente

Dentro da música (3x)

Todas as ruas, abençoadas
Nossa Senhora, em nossas casas
Todas as ruas, abençoadas
Nossa Senhora, em nossas casas
Todas as ruas, abençoadas
Nossa Senhora, em nossas casas
Todas as ruas, abençoadas

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Uma questão de prioridades

Não importa o que eu faça, o que eu pense, o que eu diga. Esse vazio está dentro de mim desde que me vi sozinho, longe de casa. Essa sensação de que algo ou alguém me falta, e que esse alguém não existe. Não importa se eu tenho alguém pra sair. Não importa se eu vou pra alguma festa. Não importa quem está lá, quem eu veria ou deixaria de ver. Não me passa nada na cabeça.

Não me são indiferentes todas aquelas pessoas indiferentes a mim, como eu gostaria que fosse. Esconder essa sensação é quase impossível. Não importa se eu durmo com alguém. Não importa se esse alguém vê algo em mim de verdade. Não importa. Eu já tenho alguém que se importa comigo, e sou eu mesmo. O que realmente importa é a prioridade que dou/dei para essas pessoas ou situações na minha vida. Não sou sozinho, não sou solitário. Não quero salvar o mundo dele mesmo, nem as pessoas de seus próprios demônios, inseguranças, inverdades, infantilidades. Eu também tenho as minhas. Já sou presunçoso o suficiente, tenho que cuidar de mim antes de tudo. Mas eu insisto em me deixar de lado e perseguir algo que eu nem ao menos sei o que é. Já vão fazer dois anos nesta nova vida, e essa sensação me permeia quase que constantemente. Me tornei mais forte para os novos problemas, mas percebi uma fraqueza para os antigos. Uma que eu posso definir como saudades.

Tenho saudades, confesso, daquele anjo que precisava voar para longe e seguir sua vida longe de mim. Dos dias em que eu não me preocupava com nada nem ninguém.

Hoje, deito na minha cama e penso sobre tudo. Tudo vai tão rápido diante dos meus olhos, a turbulência atinge meu cérebro, o vazio toma conta de mim. Depois, o silêncio do sono.

Ao acordar, procurar coisas que te façam sentir querido e desejado. Saciar um desejo, preencher uma lacuna. Bebida, cigarro, jogos, sexo. E nada disso me faz sereno como antes.

Ainda não acho que tenha sido um erro da minha parte, pois se não o fizesse seria egoísta. São tantos laços indiretos com todas essas pessoas que me tiram o sono por algum motivo, que eu desejaria deixar todas pra trás e sumir do mapa. Refazer meu círculo social por inteiro, em algum outro lugar que não me tire o sono ainda. O que me importa o que estão fazendo? Eu deveria parar de me preocupar.

Não há dor de cotovelo, não há ciúmes. Só a preocupação.

Não existe dúvida tampouco gravidade. Só meu vazio.

Não existem atitudes de homem quanto a isso, apenas atitudes de moleque.

Me pergunto onde errei. Por que ainda me sinto rejeitado por tudo e todos, não importa o que aconteça? Por que não consigo preencher meu vazio com nada nem ninguém?

E continuo a procurar nestas pessoas algo que me complete. Sempre em vão. Elas nem existem no meu cotidiano, são apenas fantasmas que visito periodicamente. É engraçado, pois muitas realmente me são indiferentes durante o dia, mas voltam a me assombrar por alguns minutos antes do sono. Peço ao Grande Arquiteto para que as guiem e iluminem sempre. Aproveito para pedir que varra-as da minha cabeça e traga novas experiências afetivas.

E ele sempre atende à sua maneira, mas mesmo assim, as cartas continuam marcadas. Não sei se possuo realmente um elo espiritual com qualquer uma dessas meninas. O que sei é que o seu bem-estar me é questionado toda noite. E dia após dia acordo vazio, descrente deste mundo. Procurando em minhas músicas algo que me preencha. Compartilhando-as para passar uma mensagem, para acalentar algum destes corações vazios que possam se conectar comigo pelo menos uma vez no meu dia. Sei que falho quase todos os dias, pois ninguém realmente se importa. Eu sou o que abomino: um tolo que tem tudo o que precisa e continua se sentindo vazio.

Um idiota que tenta tirar aprendizados de lições mas não consegue conter sua própria ansiedade. Um cara que é confiante de si mesmo de dia, mas que faz a mesma se esvair à noite quando faz suas preces para que sejam protegidas e sigam no caminho da felicidade.

Já admiti meus erros, já os perdoei. Já cicatrizei as feridas que teimam em reabrir quando preciso de tranquilidade. Já coloquei à prova meu apego ao não sentir nada quando reencontrei estas pessoas que me importo e que nunca tiveram noção do quanto me importo. Mas todo este progresso é jogado no lixo como se fosse nada, por um simples vazio que não consigo decifrar.

Eu preciso de ajuda, eu preciso de alguém que me preencha. Eu preciso amar alguém, chorar se esse alguém não dá a mínima pra mim, fazer feliz o alguém que me ama também. Ser mais do que um cara que afoga suas incertezas numa página virtual.

Um amigo meu me disse: não vale a pena ficar assim por tal pessoa.

Outro amigo me disse: eu faria tudo diferente.

Eu, meu melhor amigo, digo: este blog tem que morrer, cair no esquecimento. Talvez, apenas quando eu tirar todas as lições que preciso sobre as mulheres e aprender a ser um homem de verdade. Quando colocar minha cabeça no travesseiro, fechar os olhos, e observar a escuridão infinda até que minha consciência cesse por completo e descanse para o amanhã de novas provas e espiações.

Eu preciso aceitar minha condição, deixar estas pessoas pra trás.

Fazer uma única prece, saber que ela servirá para todos os dias e nunca mais me preocupar com nada.

Apagar todas estas pessoas da minha vida. Esquecer que já passaram por ela um dia.

É a única forma.

O vazio se preenche com o esquecimento.

domingo, 28 de junho de 2015

Cocoon



Come on in to my cocoon
you'll be safe, there's lots of room
no one comes in except for you
in my cocoon, my cocoon

Once inside no one will knock
have some wine, my cocoon is stocked
the inner door is never locked
to my cocoon, my cocoon

I know a ship that's leavin' soon
and passin' close to my cocoon
and I'll be here to welcome you
to my cocoon

Wherever you're lost, wherever you're found
pack a parachute and drop on down
wherever you are, whatever you've done
drop on in to my cocoon

slip into my cocoon
plush light, custom design
no request will be refused
in my cocoon, my cocoon

I know a ship that's leavin' soon
and passin' close to my cocoon
and I'll be here to welcome you
to my cocoon

-
Mark Sandman, o cara que pra sempre vai ser minha referência. O cara viajou a América Latina e Europa de cabo a rabo, tirava um som maravilhoso apenas com sua voz e um baixo de duas cordas. Além de ser um poeta exímio, um cara humilde e reservado, de bom coração. Suportou a morte de 3 irmãos e a falta de proximidade com o pai que nunca o apoiou em sua carreira musical, mesmo após a fama. Ele deixou seu brilhante legado, e eu sou grato por ter conhecido sua música. Em sua carreira participou de duas ótimas bandas: a primeira, Treat Her Right. A segunda, a tão consagrada Morphine, que foi quando seu gênio se fundiu com o de Dana Colley e o sax barítono foi presença marcante junto ao seu baixo simples. E o som, continuou fantástico. Se tratando de sensações, inúmeras. Uma boa pedida para uma fria madrugada de junho. Recomendo o documentário que leva o nome de um memorável álbum do Morphine, Mark Sandman: Cure for Pain. Uma vida e uma carreira brilhantes. 
Morreu no palco, numa pequena cidade italiana de ataque cardíaco.
Let's listen to Mark in June pretty baby, Justine.
Let's Take a Trip Together
Those kind of thoughts can be so cruel...